Cátia Rodrigues

A importância de equilibrar emoções

Uma das terapias às quais recorro nos meus programas e sessões são os florais de Bach. É uma terapia na qual me formei por fazer todo o sentido para mim e em cujos resultados e eficácia confio plenamente.

A utilização de Florais contribui essencialmente para o equilibro de emoções. Todas nós somos diferentes na forma como lidamos com as nossas limitações, medos ou frustrações no nosso dia-a-dia e nas várias áreas da nossa vida. Aplicando isto, com uma linguagem simples, ao controlo de peso, vejamos as seguintes pessoas e a forma como lidam com isso (Nota: trata-se de pessoas e situações fictícias):

– A Maria luta contra o excesso de peso desde pequena. Ela sempre se lembra de si gordinha. Nunca foi magra. Ela recorda-se de ter procurado refúgio na comida porque os seus pais não lhe deram a atenção e o carinho que ela precisava enquanto crescia. E a Maria foi engolindo o choro e a sensação de abandono, procurando preencher esse vazio com comida que lhe agradava. Só que essa forma de compensação foi ficando descontrolada ao longo dos anos. Ela agora é adulta e sabe que desenvolveu compulsão alimentar. Ela sente-se frustrada com isso e fica com raiva dela própria e também dos pais, porque sabe qual é o seu problema e a sua origem, mas sente-se impotente para agora pôr fim a isso. Ela não consegue parar de comer.

– A Filipa nunca foi gorda. Era uma criança, adolescente e adulta normal, com um peso dentro dos parâmetros ideais. Depois de ela ter tido o primeiro filho, não conseguiu perder o peso que ganhou no decorrer da gravidez. Ela já tentou tudo e já cortou tudo o que podia cortar, para emagrecer, mas ela não consegue. Sente-se triste com o corpo dela, porque não reage às privações a que ela o sujeita. Entretanto, ela sente que o marido também a começou a olhar de outra forma e já começou até a chamá-la a atenção para o fato de estar a ficar muito gorda. O marido disse-lhe que ela devia começar a ter cuidado. Ela está desanimada e já não sabe o fazer mais para conseguir recuperar a silhueta que tinha antes de engravidar.

– A Sandra foi uma menina e adolescente gordinha. As ordens que ela recebia da mãe, em relação à comida, é que ela tinha que acabar de comer tudo o que tinha no prato, incluindo a sobremesa. Mesmo que ela estivesse cheia, não se podia levantar da mesa enquanto o seu prato não estivesse vazio. E ela cumpria as ordens, como boa menina que era. A mãe fazia isto com boas intenções, porque sabe o quanto o quanto é importante as crianças estarem bem alimentadas. Mas a Sandra foi engordando cada vez mais. Ela já tentou algumas dietas, mas continua a não se sentir feliz com a sua aparência. Devido ao fato de comer em muita quantidade fez com que o seu estômago dilatasse muito e essa é a zona do corpo dela que mais detesta de ver. Ela continua com peso a mais e insatisfeita com a sua imagem e vai alternando entre a apatia em relação a isso e uma cara feliz, embora no fundo ela não esteja e gostasse de mudar.

Três mulheres com três histórias de vida diferentes e três posturas também diferentes face ao excesso de peso e auto-imagem corporal.

No meu programa, logo nas primeiras sessões, pela importância que tem, o trabalho que faço com as minhas clientes é o de analisar as emoções que estão inerentes ao fato de estarem acima do peso. Tendo isso como ponto de partida, é – ou são – seleccionado(s) o(s) floral(ais) adequados para ajudar a apaziguar emoções que estão em desequilíbrio.

Se te reviste em alguma das histórias que referi acima, ou se tens uma história diferente, mas com contornos semelhantes, marca já a tua sessão GRÁTIS comigo. Adorava saber a tua história e, quem sabe, podermos vir a trabalhar juntas. 🙂

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